Skip to content

Metrópolis – 1927 – Fritz Lang

31/03/2013

Metrópolis Fritz Lang 15

Metrópolis é um filme alemão de ficção científica lançado em 1927. Foi dirigido por Fritz Lang e escrito por sua esposa, Thea von Harbou. Após a estréia o filme foi cortado, editado aleatóriamente e a versão original perdeu-se no tempo. Todas as cópias existentes são incompletas, aproximadamente 1/4 do filme está perdido para sempre. No elenco, os principais papéis são de:

Personagem          Artista

Joh Fredersens……Alfred Abel

Freder…………..Gustav Frohlich

Maria……………Brigite Helm

Rotwang………….Rudolf Klei-Rogge

Na abertura, edifícios numa cidade futurista surgem sob sombras de pirâmides e a cena muda para diversas engrenagens de fábrica girando em alta velocidade. Essa cena é muito comum em início de filmes, hoje, e muitas vinhetas mostram engrenagens em funcionamento.

Metrópolis Fritz Lang 0

A seguir os apitos da fábrica tocam, vomitando muito vapor, enquanto ocorre a troca de turno. Os operários que vão entrar tomam elevadores que os conduzem muitos andares para baixo, no subsolo (em Matrix, Zion é uma cidade subterrânea). Os mesmos elevadores trarão para cima o turno que terminou. Os que estão saindo e os que estão entrando andam pelo mesmo corredor, sem olhar para os lados. Uns apressados para partirem e outros caminhando hesitantes para o trabalho, pois sabem o que os espera (essa cena também aparece em The Wall, enquanto os alunos caminham numa esteira para passarem pelo moedor de carne).

Metrópolis Fritz Lang 2

Esses operários e suas famílias não conhecem a superfície de Metrópolis (sempre viveram nos andares do subsolo da cidade). Trabalho duro e árduo nas profundezas da Terra para manter em funcionamento uma cidade confortável e luxuosa que não pode ser desfrutada nem por eles, operários, nem por suas famílias proletárias. Nessas profundezas fica a Cidade dos Operários. Exatamente sobre a Cidade dos Operários, mas muitos quilômetros acima, estava assentado o Clube dos Filhos, uma sofisticada estrutura urbana com escolas, bibliotecas teatros, ginásios de esporte e estádios. Ao ar livre, nos jardins paradisíacos os filhos dos Senhores das Engrenagens desfrutavam de todo o conforto que a riqueza produzida pelos operários podia oferecer, pois tudo o que provinha do trabalho operário era apropriado por seus pais, que davam apenas migalhas aos trabalhadores.

Metrópolis Fritz Lang 3

Entre estes jovens, encontramos Freder (Gustav Frohlich), filho de Joh Fredersens (Alfred Abel), e Joh é o cérebro que controla tudo em Metrópolis, e por conseguinte, na cidade dos operários, ele é, por assim dizer, o presidente e o dono da empresa. Freder, como não poderia deixar de ser, já nasce sendo um ótimo partido, e há um verdadeiro cortejo de damas que o desejam, a ponto de haver fila de espera para que todas tenham oportunidade de estar com ele – elas trajam vestidos esvoaçantes e camisas de tecidos rendados cuja transparência permite notar-lhes a generosa beleza.

Metrópolis Fritz Lang 4

Mas Freder apaixona-se por uma moça da classe proletária. Ela é Maria, que com um bando de crianças pobres adentra o Clube dos Filhos e anuncia aos pequeninos que a acompanham: “Olhem, estes são nossos irmãos”, e os irmãos deles e dela estão bem vestidos, bem alimentados e os olham como quem pensa: “Que fazem esses animais aqui?”, e ela repete como quem quer que isto se grave por força no pensamento: “Olhem, estes são nossos irmãos” e subentende-se “não devemos desejar-lhes mal, nem questionar a vida que possuem e nós não, esses parasitas”. Após uma longa troca de olhares retira-se Maria com as crianças, incitada que foi pelos serviçais da Cidade dos Filhos a dali sair, e deixa Freder para trás, ele com as mãos apertadas contra o peito que já nada se há de fazer: está caído de amores pela moça. Freder com suas pretendentes e suas fontes, estão no extremo oposto do daquela moça e daquelas crianças, mas o amor nada disso enxerga, e Freder imagina que aquele anjo em forma de mulher só poderia ter vindo do paraíso.

Metrópolis Fritz Lang 5

É isso o que ele imagina encontrar ao sair correndo pelas portas que separam a Cidade dos Filhos do mundo real. Sai para procurá-la mas encontra coisa muito diferente e pior. Ele adentra a sala das caldeiras que mantém Metrópolis em funcionamento, e vê, pela primeira vez à custa de que se deve o conforto e a bela vida que tem. Os operários trabalham sem parar, misturam-se às engrenagens e tornam-se meras peças do mecanismo. Até que um deles, já sem forças, perde o controle das válvulas reuladoras de pressão, e as caldeiras explodem liberando vapor em altíssima temperatura, que os mata às dezenas, ora pelas queimaduras, ora pelas quedas que provoca ao ser liberado da pressão em que se encontra, arremessando-os ao longe, e também dos altos andaimes em que se encontram. Freder é atingido e cai, mas recupera-se, e olhando para a caldeira principal, vê uma escada de largos degraus que conduz quase ao seu topo, e do degrau mais alto da escada vai-se por uma bocarra escancarada que lá está para devorar os pobres operários. É Moloch (um deus para os amonitas, mas um demônio na tradição cristã, pois só se satisfazia com o sacrifício de crianças recém-nascidas que deveriam ser atiradas ao fogo) que se alimenta das almas desses infelizes mortos ou lentamente a morrer. A face do demônio surge por entre os vapores venenosos, seus olhos esbugalhados e sua boca pronta para mastigar os sacrificados trabalhadores, conduzidos nús escada acima, e atirados pela goela fumacenta de Moloc abaixo (Keynes disse que no sistema capitalista, estamos sempre a subir por uma escada rolante, e quando atingimos o topo, somos chutados para baixo).

Metrópolis Fritz Lang 6

Diante de tal visão Freder está de joelhos, grita aterrorizado até que a gigantesca figura de Moloc desfaz-se e resta-lhe pela frente uma fábrica funcionando como se nada houvesse acontecido, os cadáveres foram removidos e substituídos por outros operários, as caldeiras estão funcionando normalmente. Freder sai à procura de seu pai – cujo escritório situa-se em um prédio construído no setor intitulado “Nova Babel” – para relatar-lhe o acontecido, e é então que se revela a opulência de Metrópolis, suas vias de transporte com veículos modernos, tanto os terrestres como os aéreos, seus imponentes prédios de arquitetura futurista, seus viadutos de centenas de metros pairando sobre a cidade que se mostra em vários planos de avançada tecnologia. E Freder, após contar tudo a seu pai, Joh, recebe um tapinha nas costas e vê o pai questionar seu assessor sobre o ocorrido, mas Josaphat de nada sabe. Envia-o então para que investigue os fatos na sala de máquinas, pois não é aceitável que Freder saiba sobre  Metrópolis mais do que Josaphat, seu braço direito. Enquanto a investigação dos fatos toma lugar, Joh pergunta ao filho por que teria ele ido ao local da sala de máquinas? “Eu queria conhecer os pais de meus irmãos”, é o que lhe responde, e olhando pela janela diz: “Esta cidade maravilhosa, que você criou, foi feita por quais mãos?”, Pelas mãos dos que trabalham nas profundezas, “E você não tem medo de que eles se rebelem?”. Antes de responder a pergunta do filho, Joh é informado por um capataz de que após revistar os corpos dos operários mortos no acidente, achou com alguns deles papéis e anotações sobre uma rebelião que se armava. O jarro transbordou, essa foi a última gota. Josaphat é demitido e Freder sente-se culpado. Pede ao pai que reconsidere, mas para Joh, ninguém tem valor, ele não está nem aí se Josaphat vai morrer de fome, ou de cansaço trabalhando nas profundezas de Metrópolis. Mas Freder oferece ajuda a Josaphat – que está prestes a suicidar-se com um tiro na cabeça – e Freder cai nas desgraças do pai, que manda que vigiem-no e ao ex-empregado. Daqui para frente, Freder torna-se um alienado, um pária, andando entre os operários, seus irmãos, vestido como eles, ajudando os mais necessitados antes que a exaustão os mate – seu nome passa a ser 11811 quando assume o lugar de um deles trocando a roupa pelo uniforme, ao mesmo tempo que diz para encontrá-lo na casa de Josaphat mais tarde, para desfazerem a troca. Tudo até aqui, sobre Freder, o apresenta como um salvador, um predestinado, e a ordem dos acontecimentos é muito semelhante à história do príncipe Siddhartha Gautama, o Buda, que após aperceber-se da pobreza em que vivia seu povo, recusou-se a viver para dentro dos muros do palácio. O destino não dá aviso e o verdadeiro operário 11811, encontrando dinheiro nas roupas de Freder cai em tentação e, ordena ao motorista de Freder que dirija para um prostíbulo, seguido, sem o saber, pelo capataz de Joh, que pensa estar seguindo Freder. Enquanto 11811 descuida de seu trato com o bondoso Freder, e cai na gandaia, Joh vai a outro lugar de Metrópolis, uma casa de aspecto sombrio habitada pelo Inventor. Esse personagem é um homem apaixonado por Hel, a esposa de Joh que morreu dando luz à Freder! Seu nome é Rotwang, e ele quer trazer Hel de volta à vida. Joh incita-o a abandonar a idéia e seguir em frente, mas Rotwang mostra-lhe a mão direita amputada e substituída por uma prótese “Já dei uma mão para trazê-la de volta à vida, e valeu à pena, venha ver o resultado!”,

Metrópolis Fritz Lang 7

ambos sobem ao laboratório de Rotwang e lá está, sentada em seu trono, uma máquina, uma andróide, atrás de si, uma estrela de cinco pontas de ponta-cabeça na parede. Ela é Hel, de volta à vida. Levanta-se e com seu corpo robotizado, brilhante, metálico, vai para Joh, estende-lhe a mão direita, mas este afasta-se. O Inventor, orgulhoso de seu trabalho, alardeia que com mais um dia de trabalho em sua obra-prima, não se perceberá a diferença entre Hel e um ser humano normal e agora será sua, e Joh ficará com Freder. Mas o que Joh pede a Rotwang é que ele descubra o que estão tramando os operários, e O Inventor revela a existência de catacumbas por debaixo de Metrópolis, lá os operários realizam assembléias mas não se sabe porque. Uma das entradas para as catacumbas fica no porão da casa do Inventor e Rotwang e Joh descem às catacumbas para espionar as atividades dos operários. Para lá também vai Freder, após seu exaustivo turno de 10 horas, ele vai como o operário 11811. Todos chegam a uma caverna iluminada por velas com um altar cheio de cruzes no centro. Trata-se de um culto presidido por uma sacerdotisa, esta é Maria.

Metrópolis Fritz Lang 8

Freder ajoelha-se e ouve com os outros o que ela tem a dizer. Maria conta a história da Torre de Babel. Nesta passagem bíblica os homens queriam construir uma torre que chegasse aos céus, mas não foi uma idéia muito legal, os homens se desentenderam e Deus puniu-os destruindo a torre e criando várias línguas diferentes para que aquela multidão não se entendesse mais. Maria termina seu sermão dizendo que os operários não devem rebelar-se, mas aguardar pela vinda de um mediador, aquele que estaria entre as mãos e o cérebro, o coração, e uma luz brilha sobre Freder. Todos partem menos Freder que anuncia-se como o esperado mediador.

Metrópolis Fritz Lang 9

Maria beija-o ternamente, mas logo acima, espiando por entre fendas, Joh ordena a Rotwang que dê ao andróide a face e o corpo de Maria, para que ela, como agente de Metrópolis, espalhe a discórdia entre os operários, e vai-se sem importar-se com as consequencias que seu ato terá para Freder, que está apaixonado por Maria. Sozinha nas catacumbas ela é uma presa fácil para O Inventor. Este a atemoriza fazendo com que se perca nas passagens subterrâneas, correndo por entre tumbas e esqueletos ela encontra uma escada e sobe para a luz: acaba apriosionada no laboratório de Rotwang. Há um intervalo, um lapso de tempo, ou alguma cena que falta, pois em seguida vemos Freder em uma missa, o padre cita um trecho do Livro das Revelações (Apocalipse) referindo-se à mulher que virá montada em uma besta vermelha, enquanto O Inventor ordena ao seu ser-máquina que destrua Joh Fredersens, seu filho, Freder, e Metrópolis. Abatido pela ausência de Maria, Freder dirige-se a uma sala de estátuas, e para aquela cuja cabeça é apenas um crânio e traz uma foice por cajado, pede-lhe que o beije. O verdadeiro 11811 foi descoberto e voltou ao trabalho, Josaphat foi descoberto e o delegado quer que ele parta de Metrópolis. Freder vaga pelas ruas da cidade quando ouve os gritos de Maria que luta com Rotwang. Aí vem mais um detalhe bem esquisito do filme, na porta ca casa d’O Inventor não há um número predial, mas sim uma estrela de cinco pontas!

Metrópolis Fritz Lang 10

Ele invade a casa do cientista mas fica preso em uma armadilha de portas que se abrem e fecham sozinhas. A seguir vem algo surpreendente para 1927, mostrando a genialidade de Fritz Lang: há um lenço caído no chão, e na tela, como num jogo de última geração em primeira pessoa, você vê a mão de Freder aproximar-se do chão e apanhar o lenço. Quando as portas se abrem Freder procura O Inventor mas “Maria” havia partido, estava com Fredersens. O que Freder não sabia é que a verdadeira Maria era refém do cientista louco.

Rotwang deitou o corpo inconsciente de Maria sobre uma cama cirúrgica e conectou vários cabos e eletrodos entre Maria e o andróide. Depois acionou chaves e controles que iniciaram uma transferência de dados pelos cabos conectados.

Metrópolis Fritz Lang 11

Dessa forma, a aparência de Maria e sua força vital foram transferidas para o andróide, uma mulher-máquina. Maria foi aprisionada. Ficou em seu lugar uma máquina-humana perversa, cruel e dedicada. Fredersens ordena à mulher-máquina que se infiltre no movimento operário e destrua o trabalho de Maria. A mulher-máquina diz que sim balançando a cabeça com um olho fechado – sinistro – mas apenas cumpre as ordens de Rotwang. Freder chega ao escritório do pai a tempo de testemunhar a cena de cumplicidade entre o estranho par. Vários flashes em sua mente fazem com que ele desmaie e acorde acamado e delirante. Febril e fora de si, prevê que um grande mal cairá sobre a cidade, e que esse mal será trazido por uma mulher. “Maria” apresenta-se agora no prostíbulo, como dançarina, sedutora e usando pouca roupa. Seu corpo é visível por trás dos véus que lhe cobrem e em sua cabeça está uma coroa dourada.

Metrópolis Fritz Lang 14

Ela gira, e levanta a perna chutando o ar, exibe seus seios,

Metrópolis Fritz Lang 21

ajoelha-se, ergue as mãos, e, ao seu redor os homens brigam até a morte por sua companhia.

Metrópolis Fritz Lang 20

Esses homens são os operários mais próximos de Fredersens, outrora tão unidos. Alguns suicidam-se. Os jardins da eternidade estão abandonados. A personalidade da mulher-máquina é o oposto da Maria agregadora e que buscava a paz, é a Maria máquina que deve cumprir suas ordens de causar inimizade e destruição. Seu próximo alvo é o mediador e ela volta ao subsolo, em seu papel de pregadora para anunciar que o mediador não veio, e os problemas dos trabalhadores não poderão ser resolvidos pela paz. Enquanto isso, em sua clausura, a verdadeira Maria sofre ao saber pelo cientista tudo o que está acontecendo em Metrópolis. A mulher-máquina incita os operários à rebelião e os induz a destruirem as máquinas, mas o mediador, irrompe a meio da reunião dos operários revoltados e avisa de que aquela não é Maria. Porém, já era tarde. Os operários atacam Freder, e Josaphat que o avisara e tinha vindo com ele, é esfaqueado em seu lugar. A mulher-máquina é carregada pelos operários revoltosos e exibe seu sorriso de vitória sobre o decote repuxado de seu vestido. Na praça da cidade reunem-se as mulheres dos operários aos todos para que se destruam definitivamente as máquinas. A mulher-máquina, maestrina da destruição, vê tudo de seu palanque improvisado, seus movimentos robóticos são frenéticos e a maldade está em seu olhar. Fredersens descobre os planos do Inventor, luta com ele e liberta a verdadeira Maria. Ela corre para avisar aos operários que estão sendo enganados por uma farsante, mas não há mais tempo. Os operários desceram ao subsolo e a própria mulher-máquina acionou o mecanismo que destruirá a máquina central, causando a inundação da cidade dos operários e o afogamento de seus filhos. O chefe da cidade que nem mesmo havia tentado impedir os operários de chegarem à máquina central, pois sabia das consequencias, não sabia que seu filho havia descido às profundezas de Metrópolis para tentar impedir a rebelião. Freder e Josaphat encontram a verdadeira Maria, na Cidade dos Operários e ajudam-na a salvar as crianças achando uma saída para a superfície. Os operários que comemoram a destruição das máquinas dão-se conta de que mataram seus filhos e culpam Maria por tudo. Mas ela, Freder e Josaphat estão levando as crianças para um lugar seguro, a Cidade dos Filhos. A outra, nesse interím, voltou ao prostíbulo e está botando pra quebrar, carregada daqui pra lá nas ruas da cidade às escuras pelos homens em polvorosa, grita uma frase muito sugestiva: “Quero que tudo vá para o inferno!!!” Os operários procuram Maria, a bruxa assassina de crianças, para queimá-la na fogueira, e enquanto correm atrás da verdadeira, dão de cara com a falsa, que é capturada e levada para ser queimada viva. Ela ri enquanto lhe ateiam fogo e dançam em torno da fogueira como num sabbath.

Metrópolis Fritz Lang 30

Acreditando ter encontrado sua criatura, Hel, Rotwang mais uma vez persegue Maria, enquanto Freder desespera-se achando que Maria está sendo queimada viva. Seu pai também sofre por não saber onde ele está. Finalmente o povaréu percebe através das chamas a verdadeira aparência da mulher-máquina – essa já era. Bem, as crianças foram salvas, a andróide foi incinerada, só falta Maria. Freder briga com Rotwang no topo de um edifício, mas perde.

Metrópolis Fritz Lang 31

O cientista louco foge pelos telhados de Metrópolis carregando o corpo de Maria. A multidão atônita – inclusive Fredersens – assiste a tudo do chão, até que o cientista cai e se estatela no chão. Menos um. O filme não termina com uma cerimônia de casamento, mas sim com um acordo entre a classe trabalhadora e a patronal, mediado por Freder.

Metrópolis Fritz Lang 42

Ah, quer dizer que aquela história de mão e cérebro era só uma metáfora piegas para trabalhadores e patrões? Sim, era isso.

Há muitas lendas urbanas em torno desse filme. Muitos sites e blogs citam-no por sua simbologia esotérica e associam-no a tendências maçonicas ou illuminati. Tratarei disso em breve e deixarei o link aqui, para consulta.

Abraços Progressivos!!!

Tupi

Anúncios

From → Movie

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: